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Trabalhos aprovados para apresentação na Mostra Científica

Os trabalhos listados a seguir foram aprovados para apresentação em pôster na Mostra Científica do I Seminário do CEGAS. Os pôsteres devem seguir as orientações contidas no edital da Mostra e serão entregues à organização do evento no momento do credenciamento, a fim de serem afixados no espaço destinado a cada área. Todos os trabalhos ficarão expostos durante os dois dias da Mostra. As apresentações ocorrerão nos intervalos dos minicursos, na quinta (27/10) e sexta (28/10), de acordo com a área dos trabalhos. As datas estão indicadas abaixo. Área: Desenvolvimento regional sustentável – 27/10 – SUSTENTABILIDADE EM EMPREENDIMENTOS AGRÍCOLAS FAMILIARES. Rafael Leite Nogueira Bezamat de Souza Neto (orientador) – A RELAÇÃO HUMANA COM O ESPAÇO URBANO: MOBILIDADE, ACESSIBILIDADE E APROPRIAÇÃO Márcio Danilo dos Santos Fernanda Nascimento Corghi (orientador)   Área: Inovação e técnicas de sustentabilidade – 27/10 -SISTEMA DE INDICADORES PARA AVALIAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE DE CIDADES HISTÓRICAS EM MINAS GERAIS Adriana Cristina Xavier Rogério Antônio Picoli (orientador)   Área: Participação Social e Participação Popular – 27/10 – MECANISMOS PROCESSUAIS GARANTIDORES DA PARTICIPAÇÃO POPULAR Bruna Francisca Fernandes de Resende Letícia Fernanda Zim Deilton Ribeiro Brasil (orientador)   – ELABORAÇÃO DE DIAGNÓSTICO TERRITORIAL PARTICIPATIVO: UM ESTUDO DE CASO A PARTIR DAS PROPOSTAS ORIGINADAS NO CAMPO DAS VERTENTES NOS FÓRUNS REGIONAIS DO ESTADO DE MINAS GERAIS Jorge Luiz Fernandes Morais Vânia Aparecida Rezende (orientadora)   – A ATUAÇÃO DOS CONSELHOS GESTORES MUNICIPAIS SOBRE A FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS NA GESTÃO 2012-2016 EM SÃO JOÃO DEL-REI-MG. Chiara Gomes Constanzi Maria Clara Oliveira Santos Vânia Aparecida Rezende   – A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL NAS PLENÁRIAS TEMÁTICAS DE ELABORAÇÃO DA NOVA LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE... ler mais

I Seminário do Cegas

  A Unesco proclamou 2016 como o Ano Internacional do Entendimento Global. Mas como alcançar o entendimento global em um mundo repleto de conflitos políticos e socioambientais? Na tentativa de ampliar esta questão, o CEGAS definiu o tema de seu primeiro Seminário: Conflitos Ambientais e Participação Social. O evento acontecerá entre os dias 26 e 28 de outubro de 2016, no campus Santo Antônio da Universidade Federal de São João del-Rei, e será composto por palestras, mini cursos, mostra científica e mesa redonda.   Inscrições: As inscrições para o Seminário estão limitadas à capacidade do Anfiteatro do Campus Santo Antônio, onde ocorrerão as palestras, e por isso devem ser realizadas antecipadamente por meio do formulário eletrônico abaixo. A inscrição no I Seminário do CEGAS permite a participação nas palestras, a submissão de trabalhos para a mostra científica e a participação em pelo menos 1 minicurso. Investimento: Palestras + 1 Mini curso – R$20,00 Palestras + 2 Mini cursos – R$25,00 O pagamento deverá ser realizado por meio de depósito em conta poupança e o comprovante enviado para o email: eventos@cegas.eco.br Obs.: Alunos que contam com a Assistência Estudantil da UFSJ, tem desconto de 50% no valor da inscrição. Dados Bancários para depósito: (Em breve)   Garanta sua vaga! Faça sua inscrição AQUI   Certificação: Cada módulo do evento contará sua própria certificação. Os certificados dos Mini cursos e da Mostra Científica serão entregues ao término dos mesmos. A cerificação de horas referente às Palestras e Mesa Redonda será garantida aos participantes que obtiverem presença em, pelo menos, 75% dessas atividades.   Mostra Científica EDITAL de chamada de trabalhos FORMULÁRIO... ler mais

Onde as roupas vão para renascer

  Cerca de 100 mil toneladas de roupas usadas, provenientes sobretudo dos Estados Unidos, da Europa e do Extremo Oriente, chegam anualmente a Panipat, no norte da Índia, talvez o maior polo de reciclagem de têxteis do mundo. Uma fração dos vestimentos doados para instituições de caridade e que não encontram comprador são vendidas para 300 empresas  baseadas na cidade, que desmantelam as peças, removem botões e zíperes e esgarçam o tecido para recuperar as fibras. Estas voltam, então, para o processo industrial para serem convertidas em cobertores cinzas, baratos e de baixa qualidade – do tipo que vemos embalando mendigos nas ruas do Brasil e que traz na etiqueta referência à sua “composição desconhecida”. O curto documentário  “Unravel”, da diretora e produtora Meghna Gupta, explora este universo e dá voz a uma das trabalhadoras dessa indústria, Reshma, mulher carismática e inteligente que especula sobre aqueles que vestiram e descartaram roupas perfeitamente aproveitáveis, numa crítica irreverente ao consumismo e à obesidade voluntária. “Unravel” mostra o olhar voyeur dos que vivem fora da sociedade de consumo e que tentam entender sua lógica. Confira a produção no trailer ao lado, legendado em inglês, e na íntegra, aqui. Num dos melhores momentos do curta, uma das recicladoras especula: “talvez eles [os ricos, os ocidentais] não possam lavar suas roupas porque a água é cara demais [onde eles moram]”. Outra diz que  o mais provável é que as pessoas simplesmente não gostam de lavar roupas nos países ricos. Uma terceira lamenta, o destino das pobres mulheres obrigadas a vestir roupas que, na sua opinião, são insensatas e sem pé nem cabeça, cheias de miçangas... ler mais

Pesquisa mostra importância de áreas verdes em cidades para diminuição de doenças crônicas

  Um estudo de pesquisadores dos Estados Unidos analisou dados de 250 mil pessoas com mais de 65 anos, beneficiários do Medicare, sistema público de saúde. As informações foram colhidas entre 2010 e 2011, em conjunto com imagens de satélite da Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa) para mapear e quantificar a presença de vegetação nos bairros dos pacientes. Os resultados mostraram que as áreas verdes desempenham um papel importante na redução de doenças crônicas. Em áreas com grande cobertura de vegetação há uma redução de até 14% nas taxas de diabetes, de 13% nas taxas de hipertensão e 10% nos distúrbios de colesterol. Scott Brown, um dos autores e professor de ciências de saúde pública, diz que “em um quarteirão, ir de um nível baixo para alto de vegetação está associado a 49 menos doenças crônicas por cada mil moradores”. A conclusão dos pesquisadores é de que a presença de áreas verdes nos bairros, sejam parques, árvores ou outros tipos de vegetação traz efeitos positivos para saúde, não só de idosos, mas de todos os moradores que são vizinhos ao verde. O impacto é ainda maior em vizinhanças de renda mais baixa. A pesquisa especula que áreas verdes na cidade são remédios naturais, que ajudam a reduzir a poluição do ar, regulam a umidade do ar e minimizam o efeito ilha de calor, além de diminuírem o estresse, encorajarem a atividade física e favorecerem interação social e a coesão da comunidade. O trabalho é de pesquisadores da Escola de Medicina Miller, da Universidade de Miami (University of Miami, Miller School of Medicine) e foi publicado em 6 de abril,... ler mais

ABNT lança novo selo ambiental para pegada de carbono e água de produtos

Um novo sistema de mediação e certificação de pegada de carbono e água está disponível para empresas brasileiras interessadas em demonstrar os benefícios ambientais de seus produtos em comparação a competidores internacionais. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) será a responsável técnica pela operação deste novo sistema de certificação, criado por meio de um processo participativo que envolveu 20 grandes empresas brasileiras de diversos setores e que foi guiado pelo Carbon Trust (consultoria internacional de estímulo à economia de baixo carbono). A concepção e o desenvolvimento do sistema também contaram com apoio institucional do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Brasil (MDIC) e financiamento do Prosperity Fund, da Embaixada do Reino Unido no país. Este projeto implanta no mercado brasileiro um sistema para certificar e incentivar padrões sustentáveis de produção na indústria nacional, com foco na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e no consumo mais eficiente de recursos hídricos. “O processo de medição e certificação da pegada de produtos permite que as empresas identifiquem pontos de ineficiência e busquem soluções para otimizar processos e melhorar sua reputação com clientes, reduzindo custos e a pegada de seus produtos, bem como os riscos aos quais estão expostas em toda a sua cadeia produtiva”, explica Antonio Carlos Barros de Oliveira, diretor de Certificação da ABNT. “Igualmente importante é a contribuição que este sistema e o novo selo darão para induzir ações que reduzam as emissões de GEE e o consumo de água da indústria brasileira”. A capacidade de destacar o baixo impacto ambiental dos produtos brasileiros dará a essas empresas vantagens competitivas no mercado internacional. O... ler mais

Moradores de Berlim mapeiam árvores frutíferas

  Na capital da Alemanha andar pela cidade e colher frutas pela rua de graça é algo bastante fácil. A oferta é grande, apesar de conter mais de três milhões de habitantes. Pensando nisso, um grupo criou uma plataforma que reúne todas as informações necessárias para quem busca por tais alimentos. Por meio do site Mundraub, a população pode buscar por bairro e tipos de fruta. Também é usada para organizar colheitas coletivas. Como a plataforma é colaborativa, já foram inseridos no mapa árvores frutíferas de vários locais do mundo, inclusive do Brasil, confira aqui. Mundraub é um termo que pode ser traduzido como “roubo de boca”. Trata-se, na verdade, de uma referência a uma antiga lei sobre roubo de alimentos para consumo imediato. A “colheita urbana” é incentivada até por órgãos públicos federais que veem na prática uma maneira de reduzir o desperdício. Originalmente publicado em: http://ciclovivo.com.br/noticia/moradores-de-berlim-mapeiam-arvores-frutiferas-2/ Fotos:... ler mais

Juçaí, o sorbet da juventude

Você conhece o Juçaí? Trata-se do fruto extraído da Palmeira Juçara (Eutherpeedulis Mart.), espécie endêmica da Mata Atlântica, e se assemelha muito com o conhecido Açaí, tendo, porém, valores nutricionais superiores ao “primo amazônico”. De acordo com estudos, é possível verificar maior concentração de ferro (70%), potássio (63%), provitamina A e antioxidante antocianina (2956 mg/100g para o fruto seco e 290 mg/100g para o fruto fresco). Citada na Carta de Pero Vaz de Caminha, a Juçara chegou a cobrir mais de um milhão de metros quadrados na Mata Atlântica de norte a sul do Brasil, mas infelizmente a exploração desenfreada para a extração do palmito a transportou para a lista oficial de espécies ameaçadas de extinção. Importante ressaltar que o sumiço da Juçara expõe 60 espécies de animais – entre tucanos, jacus e macacos – que dependem de seus frutos para alimentação. Visando reverter esse quadro, ambientalistas do Núcleo Interdisciplinar do Meio Ambiente da PUC-RJ criaram um Programa chamado Amável – Mata Atlântica Sustentável e a Frente Pró Juçara. O projeto pretende, dentre outros objetivos, (i) plantar 10 milhões de palmeiras Juçara nas florestas; (ii) envolver nesse plantio pequenos agricultores familiares e orgânicos, comunidades indígenas e quilombolas; (iii) incentivar o uso do fruto da Juçara na merenda escolar (sorvete ou suco feito do fruto + banana + mel) e (iv) converter palmiteiros em plantadores de Juçara e coletores legalizados de frutos (é mais lucrativo colher frutos do que extrair o palmito). No campo legislativo, o Deputado Estadual Dr. Julianelli (REDE-RJ) elaborou o Projeto de Lei nº. 591/2015 que dispõe sobre a compra de Juçaí pelas escolas da rede pública... ler mais

VAN repercute evento do CEGAS

A Vertentes Agência de Notícias acompanhou o evento promovido pelo CEGAS no último dia 26/11. “Na última quinta-feira, 26, aconteceu, no campus Santo Antônio da UFSJ a mesa redonda “Somos Todos Atingidos”, evento que buscou levantar as diversas vertentes do rompimento das barragens no distrito de Bento Rodrigues em Mariana (MG). Foram convidados a discutir o assunto nove especialistas nas diversas áreas do conhecimento, desde comunicação social até engenharia de minas, para debater os reflexos em Mariana, no Rio Doce e também, no campo das Vertentes.” Leia a notícia completa no site da Vertentes Agência de... ler mais

Mesa Redonda promovida pelo CEGAS é destaque no site da UFSJ

“O rompimento das barragens e toda a destruição que veio dele é uma expressão espetacular da alma desse modelo de exploração em que a gente vive”. Tão ruim quanto sofrer e viver a destruição que veio do rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, é perceber que não se trata de um fato isolado. O professor da UFSJ Éder Jurandir Carneiro, coordenador do Núcleo de Investigações em Justiça Ambiental (Ninja/UFSJ), explica que há outras expressões desse modelo produtivo que não são tão espetaculares, “mas são tão destruidores quanto, e acontecem diariamente.” As falas de Éder encontraram eco na mesa-redonda Rompimento das barragens: somos todos atingidos, promovida peloCentro de Estudos em Gestão Ambiental e Sustentabilidade da UFSJ (Cegas) e Programa Casa Verde, dia 26 de novembro, no Campus Santo Antônio da UFSJ. O mar de lama que chegou à praia após três semanas do episódio levantou uma série de dúvidas (e também revolta) que pautaram a discussão. Afinal, essa lama é tóxica ou não? E o Direito, está nos dando respostas ao que aconteceu? Qual o nosso papel diante de tudo isso? Leia a notícia completa no site da... ler mais