“O rompimento das barragens e toda a destruição que veio dele é uma expressão espetacular da alma desse modelo de exploração em que a gente vive”. Tão ruim quanto sofrer e viver a destruição que veio do rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, é perceber que não se trata de um fato isolado. O professor da UFSJ Éder Jurandir Carneiro, coordenador do Núcleo de Investigações em Justiça Ambiental (Ninja/UFSJ), explica que há outras expressões desse modelo produtivo que não são tão espetaculares, “mas são tão destruidores quanto, e acontecem diariamente.”

As falas de Éder encontraram eco na mesa-redonda Rompimento das barragens: somos todos atingidos, promovida peloCentro de Estudos em Gestão Ambiental e Sustentabilidade da UFSJ (Cegas) e Programa Casa Verde, dia 26 de novembro, no Campus Santo Antônio da UFSJ. O mar de lama que chegou à praia após três semanas do episódio levantou uma série de dúvidas (e também revolta) que pautaram a discussão. Afinal, essa lama é tóxica ou não? E o Direito, está nos dando respostas ao que aconteceu? Qual o nosso papel diante de tudo isso?

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